6 formas de aplicar a IA na gestão condominial
IA na gestão condominial por Ricardo Chalfin, CEO e fundador da Wind,empresa especializada em soluções de crédito condominial.
A gestão de condomínios deixou de ser apenas operacional. Hoje, síndicos e administradoras enfrentam desafios cada vez mais complexos: aumento das despesas, regras mais rígidas e a pressão por resultados consistentes. A chave está em usar dados e tecnologia para decisões estratégicas, garantindo previsibilidade, controle financeiro e valorização do patrimônio.
Neste cenário, a Inteligência Artificial (IA) e soluções digitais deixam de ser apenas ferramentas e passam a ser aliadas estratégicas, capazes de otimizar processos, reduzir riscos e aumentar o engajamento dos moradores.
Diante desse cenário, Ricardo Chalfin, CEO e fundador da Wind, compartilha seis estratégias que devem orientar síndicos e administradoras neste ano, mostrando como a combinação entre tecnologia, inteligência financeira e boas práticas pode transformar a gestão dos condomínios por meio da IA.
1. Orçamento dinâmico: Em vez de definir um orçamento anual e fixo, a gestão eficiente ajusta continuamente os recursos de acordo com variações de custos, inadimplência e necessidades emergenciais, mantendo o equilíbrio financeiro sem decisões de última hora.
2. Indicadores estratégicos: Monitorar KPIs claros, como custo por unidade, consumo médio por área comum, índice de inadimplência e custo de manutenção por ativo, permite identificar tendências, antecipar problemas e basear decisões em dados concretos.
3. Tecnologia integrada: Mais do que digitalizar processos, a eficiência está em conectar finanças, contratos, manutenção e comunicação em uma única plataforma. Essa integração reduz retrabalho, elimina falhas de comunicação e dá visão completa da operação do condomínio.
4. Prevenção de riscos financeiros e operacionais: Mapear riscos, como as falhas em equipamentos críticos, dependência de fornecedores únicos ou baixa reserva financeira, permite agir antes que problemas se tornem crises. A eficiência está em antecipar, não em remediar.
5. Análise de crédito e inadimplência para fazer investimentos: Avaliar o perfil financeiro dos moradores e acompanhar o histórico de pagamentos permite decisões mais seguras na aprovação de novos condôminos e na estruturação de estratégias de cobrança, mantendo a saúde financeira do condomínio em dia. Investimentos planejados, manutenção adequada e boa governança refletem diretamente na atratividade e valorização das unidades.
6. Valorização do patrimônio: A gestão de 2026 foca não apenas na operação diária, mas também na valorização das unidades. Investimentos planejados, manutenção adequada e boa governança refletem diretamente na atratividade do condomínio.











