Be One e JPP apresentam tecnologias de medicina regenerativa

Em evento exclusivo e no Congresso AMWC Brazil, marcas promovem, dentre outras, terapias inovadoras para reparar folículos capilares

Be One e JPP apresentam tecnologias de medicina regenerativa
Be One, um novo centro da medicina do futuro e que acaba de completar 1 ano, em Moema, em São Paulo. Crédito da foto: Gustavo Kenji Missumi.

Num evento na sede da Be One, em Moema, zona Sul de São Paulo, se reuniram especialistas, pesquisadores, formadores de opinião, imprensa e profissionais da saúde para discutir os avanços e o futuro da área que vem quebrando paradigmas na medicina, ao promover o reparo de tecidos com produtos biológicos autólogos.  Em pauta, as terapias regenerativas aplicadas à tricologia. Em aula prática, médicos viram como, com o uso dos tecidos do próprio paciente, é possível reparar folículos capilares. Os  cirurgiões  plásticos Marcio Scartozzoni e Debora Sanches promoveram a aula teórica e prática sobre microenxertos autólogos derivados da derme e da gordura.

Uma das terapias foi avalizada recentemente pela prestigiada revista Nature. A técnica isola células regenerativas do tecido adiposo que possuem a capacidade de promover regeneração em tecidos lesionados. “Trata-se de uma revolução porque há a união de terapias biológicas, ciência, saúde e beleza. No caso da tricologia, por mais avançados que fossem os tratamentos, até com técnicas de transplante sem raspagem, ainda não havia solução para calvície ou alopecia androgenética. Com a medicina regenerativa, a partir do uso de células progenitoras derivadas de outras células do corpo humano, estamos falando de solucionar problemas crônicos. Técnicas minimamente invasivas, sem dor e atuando na raiz do problema”, destaca a engenheira Jenifer Miyagawa, sócia-fundadora da Be One Medicina Integrada, um centro de excelência multiprofissional para a prática de medicina regenerativa.

 “As aplicações da medicina regenerativa são inúmeras, vão da dermatologia à ortopedia, e até mesmo a medicina esportiva. Ao reparar tecidos lesados, ela abre portas e esperanças para profissionais da saúde e pacientes”, explica Juan de la Plata, fundador da JPP Marca, responsável pelo lançamento das tecnologias no país, em colaboração com a T-LAB, durante o IMCAS World Congress em Paris, no início do ano.

 A técnica isola células regenerativas do tecido adiposo que possuem a capacidade de promover regeneração em tecidos lesionados: destaque na prestigiada revista Nature.

Desde 300 a.C., Aristóteles já escrevia sobre a regeneração de caudas de animais,  mas somente em 1909, o pesquisador russo Alexandrer Maximow, que se dedicava à histologia e embriologia, sugeriu a “Teoria da Hematopoese”. Segundo ele, todas as células sanguíneas se originavam de uma mesma fonte. Nos dias atuais, a medicina regenerativa representa uma mudança de paradigma, ao buscar reparar, regenerar ou substituir células, órgãos e tecidos lesados. Mais do que um novo cabelo ou uma nova pele, a medicina regenerativa é sinônimo de esperança. Autoestima de volta para pacientes, mas também a possibilidade de cura.

 Sobre a Be One:

 Redefinir os cuidados de saúde no Brasil. Com essa proposta nasceu, em 2023, a Be One, em Moema, zona Sul de São Paulo, aliando ciência e tecnologia, pelas mãos de seus sócios-fundadores, o médico radiologista Murillo Salles e a engenheira Jenifer Miyagawa. A Be One é uma clínica de saúde integrada, com atendimento holístico e inovador, equipe multidisciplinar e tecnologias avançadas. A Be One se destaca por sua excelência no cuidado ao paciente, por sua abordagem proativa na promoção da saúde e bem-estar, mas, sobretudo, por ser, cada vez mais, integrada e regenerativa. Um novo centro da medicina do futuro.

 beonemed.com.br